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Martin Truex Jr., piloto do Toyota que Travis irá pilotar, fazendo um pit stop na NASCAR.
Crédito da Imagem: Getty
Quando as notícias chegaram de que Travis Pastrana iria participar da NASCAR como piloto do carro de número 99 da liga Nacional e como co-proprietário da Pastrana-Waltrip Racing, não demorou muito para todos os fóruns estourarem de mensagens. (E sim, ele as leu)
Como isso aconteceu? Quem o convenceu de fazer isso? Ele está fazendo isso pela grana? Ele tem alguma idéia no que está embarcando? (E esses eram os posts bacanas)
Ninguém ficou mais surpreso com toda essa atenção, do que ele mesmo, Pastrana. “Eu não tinha idéia que essa notícia iria explodir assim, dessa maneira”, declarou. “Até os meus avós ficaram sabendo pela televisão que eu estar na NASCAR. Eu acho que estou bem mais em foco, do que eu imaginava”

Eu não tinha idéia que essa notícia iria explodir assim, dessa maneira

--Travis PastranaO que começou como um conversa de fim de ano, se tornou a sensação dos esportes a motor. E surpreendentemente – ou não, considerando que estamos falando de Pastrana – a maioria dos comentários negativos partiram da comunidade do Motocross.
“Eu estou sendo tão criticado”, Pastrana diz. “Eles falam: ‘A NASCAR é chata. Ele se vendeu, está fazendo isso por dinheiro’. Mas isso é um desafio para mim.”

Foto: www.pastranawaltrip.comE uma oportunidade...
Quando Pastrana saltou em seu Subaru do píer de Long Beach, na Califónia, para uma balsa, durante a festa de Réveillon, quebrando o recorde mundial em distância, ele fez mais do que chamar a atenção de fãs dos esportes radicais. Aquele salto aterrissou direto na NASCAR.
Naquele evento estavam Blake Bechtel, co-proprietário da Dimond-Waltrip Racing, com seu pai, Gary, e o duas vezes campeão do Daytona 500, Michael Waltrip. Poucas semanas antes do salto, Bechtel teve uma idéia.
"Ele me disse que precisávamos fazer algo divertido, algo diferente", disse Waltrip. "Ele é um cara jovem e fã de Travis. Achava que tinhamos que ir para Long Beach, encontrar o Travis e dizer-lhe para dirigir para a nossa equipe."
Não era nenhum segredo que Pastrana estava à procura de uma oportunidade na NASCAR. Mas, diz Pastrana, "Eu estava procurando uma equipe, onde eu pudesse desempenhar bem, mas ainda ser eu."
Em 1º de janeiro, Bechtel deu um cartão de Waltrip para Pastrana e disse-lhe para ligar caso estivesse interessado. A declaração da missão da Michael Waltrip Racing estava impressa no verso do cartão: "Ser uma organização única, impulsionada pelo desempenho, enraizada na tradição e focada em fornecer aos nossos parceiros uma ligação pessoal com os fãs através da inovação e do entretenimento." Sob a instrução estava a assinatura de Michael Waltrip.
"Eu li aquilo e achei demais", disse Pastrana. "Esta foi uma equipe que eu poderia fazer as coisas de forma diferente. Eles me disseram para continuar correndo nas outras modalidades. Mas quando tivesse um tempo livre, para fazermos um teste."
Ao contrário dos outros times que ele tinha falado, MWR encorajou Pastrana à ser Pastrana.
"O fato do cartão ter chamado a atenção dele, me revelou tudo o que eu precisava saber sobre ele", disse Waltrip. "Ele me mostrou que pegou a filosofia da equipe."
Aquele evento em Long Beach mostrou-lhe outra coisa: O poder dos fãs dos esportes de ação, um mercado inexplorado para a NASCAR. E o poder de Pastrana. Se milhares de fãs apareceram para ver esse cara pular de carro por cinco segundos, imagine para vê-lo voar com os melhores pilotos do mundo. O salto também revelou algo a mais sobre Pastrana: sua visão do futuro, a mente afiada e incrível espírito de trabalho.
"Travis tem que ser tão motivado para conseguir realizar essas loucuras e ter um plano tão bom para executá-las,” disse Waltrip, "Que eu quero saber como ele faz isso, como ele chegou a esse nível em tudo que faz. E como proprietário e um competidor, eu quero aproveitar isso. Eu sei que será um longo caminho. Mas você pode imaginar Pastrana não ser um vencedor? "

Martin rodou o carro que será de Pastrana na corrida
da NASCAR
Foto: Getty
Para Pastrana, a questão era simples: ele precisava de um novo desafio.
"Depois do campeonato de rally do ano passado, eu queria tentar algo diferente", diz ele. "Eu não acho que haja nada mais divertido do que dirigir um carro de rali, mas eu fiz isso até o topo. Eu precisava de algo novo. Todos os melhores pilotos dos EUA pilotam na NASCAR, então, se eu quero ser o melhor, é para lá que tenho que ir. "
Quando Pastrana conversou com seus amigos Jimmie Johnson e Brian Vickers e pediu conselhos, eles disseram-lhe para começar participando de corridas de carros antigos, passar um ano na ARCA, ou pilotando caminhões de corrida e depois de lá ir.
Ele pensou no assunto e planejou correr alguns eventos de carros antigos. Mas ele está indo direto para a liga nacional. "Eu gosto de ser jogado no fundo do poço", afirma Pastrana. "Nadar ou afundar. A melhor maneira de aprender é sendo jogado contra os melhores".
Após dois meses de testes, que começam depois que ele retornar para casa da corrida dos campeões, em Dusseldorf, Pastrana fará sua estréia no carro n º 99 em 28 de janeiro, no Toyota All-Star Showdown, em Irwindale, Califórnia. E logo depois, sua estréia na liga nacional. (O plano original era correr na corrida de Fênix, em fevereiro, mas Waltrip disse que não acredita que haverá tempo suficiente para cumprir os critérios da NASCAR antes de fevereiro. Março ou abril parece mais provável).
"Estou recebendo um monte de críticas sobre não correr algumas etapas", disse Pastrana. "Mas, se você tivesse a oportunidade de correr no mais alto nível do esporte, você dispensaria? Prefiro perder tentando do que ficar sentado no sofá, me perguntando se eu poderia ter conseguido."
Se Pastrana for bem-sucedido - e vamos ser honestos, mesmo que ele não seja - para a NASCAR será ótimo, é óbvio. Mas para esportes de ação pode ser maravilhoso igualmente. Ele não é o único astro praticamente de esportes de ação com as aspirações da NASCAR.
O cinco vezes campeão do Supercross, Ricky Carmichael, está correndo na NASCAR Series de caminhões. O sete vezes campeão Jeremy McGrath passou muito tempo ao volante de caminhões off-road e stock cars. O freestyler Brian Deegan fez sua estréia na NASCAR em Irwindale, em junho, e planeja alternar corridas de caminhões em 2011. E as estrelas Dave Mirra a Bucky Lasek estão testando suas habilidades no rali também.
Ricky Carmichael dá as boas-vindas à Pastrana na NASCAR: "É simples. Se Pastrana mandar bem, ele vai aprimorar sua carreira e ajudar outros atletas que querem experimentar NASCAR. E se ele não mandar bem, vai machucar sua carreira. Eu estou ancioso para vê-lo em algumas das corridas no ano que vem. Será legal correr contra alguém que já competi em outro esporte. "
Se Pastrana andar bem, ele só não irá provar que é possível saltar de duas para quatro rodas, no mais alto nível do automobilismo, mas sim, irá abrir as portas para pilotos de moto, BMX, e skatistas que tem o sonho de pilotar na NASCAR.
"Isso é a essência dessa equipe", disse Pastrana. "Trazer novas caras que tiveram sucesso no mundo dos esportes de ação, e encontrar jovens em potencial e trazê-los. Temos metas grandiosas e sabemos que terá resultados, mas nós não estaríamos fazendo isso se não acreditassemos que seria possível. "
Então, ele sabe o que é preciso? Será que ele sabe o quão difícil é vencer na NASCAR, o quão difícil é fazer o salto para o esporte em seu mais alto nível? E ele sabe quais as expectativas que estão sendo depositadas em cima dele? Sim, ele sabe.
"Para ser o melhor em qualquer coisa, tem que ter uma paixão, um compromisso maior do que 99% das pessoas estariam dispostas a assumir", diz ele. "Eu entendo o trabalho que vai me tomar. É difícil para mim fazer isso agora, quando tenho outras coisas em minha vida que eu gosto e ainda quero fazer. Mas quando eu chegar lá, o meu lado competitivo assumirá e será uma questão de descobrir o que devo fazer para estar no topo. Vou ser um Jimmie Johnson? Eu não penso assim. Mas vou fazer tudo que posso para tentar chegar lá? Sem dúvida. "
E todos nós vamos nos divertir muito vê-lo tentando.
Travis Pastrana sabe do que ele é capaz.
Crédito da Imagem: Getty
Travis Pastrana: 'Eu precisava de um novo desafio'
Travis Pastrana

Martin Truex Jr., piloto do Toyota que Travis irá pilotar, fazendo um pit stop na NASCAR.
Crédito da Imagem: Getty
Crédito da Imagem: Getty
Quando as notícias chegaram de que Travis Pastrana iria participar da NASCAR como piloto do carro de número 99 da liga Nacional e como co-proprietário da Pastrana-Waltrip Racing, não demorou muito para todos os fóruns estourarem de mensagens. (E sim, ele as leu)
Como isso aconteceu? Quem o convenceu de fazer isso? Ele está fazendo isso pela grana? Ele tem alguma idéia no que está embarcando? (E esses eram os posts bacanas)
Ninguém ficou mais surpreso com toda essa atenção, do que ele mesmo, Pastrana. “Eu não tinha idéia que essa notícia iria explodir assim, dessa maneira”, declarou. “Até os meus avós ficaram sabendo pela televisão que eu estar na NASCAR. Eu acho que estou bem mais em foco, do que eu imaginava”
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Eu não tinha idéia que essa notícia iria explodir assim, dessa maneira | ||
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“Eu estou sendo tão criticado”, Pastrana diz. “Eles falam: ‘A NASCAR é chata. Ele se vendeu, está fazendo isso por dinheiro’. Mas isso é um desafio para mim.”

Foto: www.pastranawaltrip.com
Quando Pastrana saltou em seu Subaru do píer de Long Beach, na Califónia, para uma balsa, durante a festa de Réveillon, quebrando o recorde mundial em distância, ele fez mais do que chamar a atenção de fãs dos esportes radicais. Aquele salto aterrissou direto na NASCAR.
Naquele evento estavam Blake Bechtel, co-proprietário da Dimond-Waltrip Racing, com seu pai, Gary, e o duas vezes campeão do Daytona 500, Michael Waltrip. Poucas semanas antes do salto, Bechtel teve uma idéia.
"Ele me disse que precisávamos fazer algo divertido, algo diferente", disse Waltrip. "Ele é um cara jovem e fã de Travis. Achava que tinhamos que ir para Long Beach, encontrar o Travis e dizer-lhe para dirigir para a nossa equipe."
Não era nenhum segredo que Pastrana estava à procura de uma oportunidade na NASCAR. Mas, diz Pastrana, "Eu estava procurando uma equipe, onde eu pudesse desempenhar bem, mas ainda ser eu."
Em 1º de janeiro, Bechtel deu um cartão de Waltrip para Pastrana e disse-lhe para ligar caso estivesse interessado. A declaração da missão da Michael Waltrip Racing estava impressa no verso do cartão: "Ser uma organização única, impulsionada pelo desempenho, enraizada na tradição e focada em fornecer aos nossos parceiros uma ligação pessoal com os fãs através da inovação e do entretenimento." Sob a instrução estava a assinatura de Michael Waltrip.
"Eu li aquilo e achei demais", disse Pastrana. "Esta foi uma equipe que eu poderia fazer as coisas de forma diferente. Eles me disseram para continuar correndo nas outras modalidades. Mas quando tivesse um tempo livre, para fazermos um teste."
Ao contrário dos outros times que ele tinha falado, MWR encorajou Pastrana à ser Pastrana.
"O fato do cartão ter chamado a atenção dele, me revelou tudo o que eu precisava saber sobre ele", disse Waltrip. "Ele me mostrou que pegou a filosofia da equipe."
Aquele evento em Long Beach mostrou-lhe outra coisa: O poder dos fãs dos esportes de ação, um mercado inexplorado para a NASCAR. E o poder de Pastrana. Se milhares de fãs apareceram para ver esse cara pular de carro por cinco segundos, imagine para vê-lo voar com os melhores pilotos do mundo. O salto também revelou algo a mais sobre Pastrana: sua visão do futuro, a mente afiada e incrível espírito de trabalho.
"Travis tem que ser tão motivado para conseguir realizar essas loucuras e ter um plano tão bom para executá-las,” disse Waltrip, "Que eu quero saber como ele faz isso, como ele chegou a esse nível em tudo que faz. E como proprietário e um competidor, eu quero aproveitar isso. Eu sei que será um longo caminho. Mas você pode imaginar Pastrana não ser um vencedor? "

Martin rodou o carro que será de Pastrana na corrida
da NASCAR
Foto: Getty
da NASCAR
Foto: Getty
Para Pastrana, a questão era simples: ele precisava de um novo desafio.
"Depois do campeonato de rally do ano passado, eu queria tentar algo diferente", diz ele. "Eu não acho que haja nada mais divertido do que dirigir um carro de rali, mas eu fiz isso até o topo. Eu precisava de algo novo. Todos os melhores pilotos dos EUA pilotam na NASCAR, então, se eu quero ser o melhor, é para lá que tenho que ir. "
Quando Pastrana conversou com seus amigos Jimmie Johnson e Brian Vickers e pediu conselhos, eles disseram-lhe para começar participando de corridas de carros antigos, passar um ano na ARCA, ou pilotando caminhões de corrida e depois de lá ir.
Ele pensou no assunto e planejou correr alguns eventos de carros antigos. Mas ele está indo direto para a liga nacional. "Eu gosto de ser jogado no fundo do poço", afirma Pastrana. "Nadar ou afundar. A melhor maneira de aprender é sendo jogado contra os melhores".
Após dois meses de testes, que começam depois que ele retornar para casa da corrida dos campeões, em Dusseldorf, Pastrana fará sua estréia no carro n º 99 em 28 de janeiro, no Toyota All-Star Showdown, em Irwindale, Califórnia. E logo depois, sua estréia na liga nacional. (O plano original era correr na corrida de Fênix, em fevereiro, mas Waltrip disse que não acredita que haverá tempo suficiente para cumprir os critérios da NASCAR antes de fevereiro. Março ou abril parece mais provável).
"Estou recebendo um monte de críticas sobre não correr algumas etapas", disse Pastrana. "Mas, se você tivesse a oportunidade de correr no mais alto nível do esporte, você dispensaria? Prefiro perder tentando do que ficar sentado no sofá, me perguntando se eu poderia ter conseguido."
Se Pastrana for bem-sucedido - e vamos ser honestos, mesmo que ele não seja - para a NASCAR será ótimo, é óbvio. Mas para esportes de ação pode ser maravilhoso igualmente. Ele não é o único astro praticamente de esportes de ação com as aspirações da NASCAR.
O cinco vezes campeão do Supercross, Ricky Carmichael, está correndo na NASCAR Series de caminhões. O sete vezes campeão Jeremy McGrath passou muito tempo ao volante de caminhões off-road e stock cars. O freestyler Brian Deegan fez sua estréia na NASCAR em Irwindale, em junho, e planeja alternar corridas de caminhões em 2011. E as estrelas Dave Mirra a Bucky Lasek estão testando suas habilidades no rali também.
Ricky Carmichael dá as boas-vindas à Pastrana na NASCAR: "É simples. Se Pastrana mandar bem, ele vai aprimorar sua carreira e ajudar outros atletas que querem experimentar NASCAR. E se ele não mandar bem, vai machucar sua carreira. Eu estou ancioso para vê-lo em algumas das corridas no ano que vem. Será legal correr contra alguém que já competi em outro esporte. "
Se Pastrana andar bem, ele só não irá provar que é possível saltar de duas para quatro rodas, no mais alto nível do automobilismo, mas sim, irá abrir as portas para pilotos de moto, BMX, e skatistas que tem o sonho de pilotar na NASCAR.
"Isso é a essência dessa equipe", disse Pastrana. "Trazer novas caras que tiveram sucesso no mundo dos esportes de ação, e encontrar jovens em potencial e trazê-los. Temos metas grandiosas e sabemos que terá resultados, mas nós não estaríamos fazendo isso se não acreditassemos que seria possível. "
Então, ele sabe o que é preciso? Será que ele sabe o quão difícil é vencer na NASCAR, o quão difícil é fazer o salto para o esporte em seu mais alto nível? E ele sabe quais as expectativas que estão sendo depositadas em cima dele? Sim, ele sabe.
"Para ser o melhor em qualquer coisa, tem que ter uma paixão, um compromisso maior do que 99% das pessoas estariam dispostas a assumir", diz ele. "Eu entendo o trabalho que vai me tomar. É difícil para mim fazer isso agora, quando tenho outras coisas em minha vida que eu gosto e ainda quero fazer. Mas quando eu chegar lá, o meu lado competitivo assumirá e será uma questão de descobrir o que devo fazer para estar no topo. Vou ser um Jimmie Johnson? Eu não penso assim. Mas vou fazer tudo que posso para tentar chegar lá? Sem dúvida. "
E todos nós vamos nos divertir muito vê-lo tentando.

Travis Pastrana sabe do que ele é capaz.
Crédito da Imagem: Getty
Crédito da Imagem: Getty
Backflip supercan de Dany Torres, até o momento o espanhol é o único a dominar a manobra. Crédito: David BlazekEncontrar uma única palavra que expresse precisamente o conceito do Gladiator Games é tarefa das mais complicadas. Talvez uma sigla, o “3E”, seja a melhor maneira para definir o evento que ocorre anualmente em Praga, República Checa. O “3E” atende por esporte, espetáculo e entretenimento. Justamente os elementos que combinados bombardeiam o público com uma série de atrações seguidas imediatamente umas às outras. Música, performances e competições. Esta última, além da já tradicional disputa por equipes, contou com a estréia do Best Trick, e do duelo entre Dany Torres e Nate Adams.Apesar da vitória de Torres, o grande protagonista do Gladiator Games certamente foi o espetáculo.
Nate Adams mostrando que os whips têm lugar cativo no repertório dos freestylers. Crédito: David BlazekA idéia de colocar Torres e Adams frente a frente era estabelecer um confronto direto entre dois dos melhores freestylers da atualidade. E Torres levou a melhor, batendo o norte-americano por 9 a 2, numa votação que tinha como juízes os próprios pilotos. O espanhol conciliou manobras complexas à elevada qualidade de execução. Caso de seu nine o-clock nac, estendido no limite. O ápice de sua apresentação veio com o backflip superman double seat grab, que o espanhol acrescentou recentemente ao seu repertório, e figurava entre os momentos mais aguardados do evento.Nate Adams por sua vez superou Torres na final do Best Trick, apostando no seu conhecido 360 nac. Para chegar à decisão ambos deixaram para trás FMXers como Jeremy Twitch Stenberg, Jeff Fehr e Chuck Carothers. Além da combinação vencedora, a disputa pela melhor manobra também rendeu aos fãs o backflip supercan de Dany Torres, e os underflips completamente perpendiculares ao sentido da rotação de Fehr. Aliás, fãs que estavam a cargo de escolher quem seria o vencedor da prova.
Dany Torres e Willey Fullmer mostrando por que a equipe Gladiators levou a vitória na disputa entre os times. Crédito: David BlazekA disputa por equipes seguiu os prognósticos, com o super-time dos Gladiators, formado por Dany Torres, Nate Adams, Jeremy Stenberg e Willey Fullmer, levando a primeira posição. A capacidade técnica da equipe também se mostrou durante o Syncro, a apresentação coreografada que busca o máximo de sincronismo entre os pilotos dentro da pista. Semelhança e tempo acertado durante a execução das manobras marcaram a apresentação dos Gladiators.Descontração é uma das premissas do Gladiator Games, tanto para quem assiste quanto para quem está em ação. Apesar do ambiente descontraído, quando os melhores estão na pista é impossível deixar o espírito competitivo totalmente de lado. Sorte do público que acompanhou a décima primeira edição do evento, que pôde ver o que existe de mais sofisticado em termos de manobras inseridas num formato diferente das competições.
o2 Arena completamente tomada pelos fãs que acompanhavam a décima primeira edição do Gladiator Games. Crédito: David Blazek
Gladiator Games vai muito além do show de FMX
Motocross
Backflip supercan de Dany Torres, até o momento o espanhol é o único a dominar a manobra. Crédito: David Blazek
Encontrar uma única palavra que expresse precisamente o conceito do Gladiator Games é tarefa das mais complicadas. Talvez uma sigla, o “3E”, seja a melhor maneira para definir o evento que ocorre anualmente em Praga, República Checa. O “3E” atende por esporte, espetáculo e entretenimento. Justamente os elementos que combinados bombardeiam o público com uma série de atrações seguidas imediatamente umas às outras. Música, performances e competições. Esta última, além da já tradicional disputa por equipes, contou com a estréia do Best Trick, e do duelo entre Dany Torres e Nate Adams.Apesar da vitória de Torres, o grande protagonista do Gladiator Games certamente foi o espetáculo.
Nate Adams mostrando que os whips têm lugar cativo no repertório dos freestylers. Crédito: David Blazek
A idéia de colocar Torres e Adams frente a frente era estabelecer um confronto direto entre dois dos melhores freestylers da atualidade. E Torres levou a melhor, batendo o norte-americano por 9 a 2, numa votação que tinha como juízes os próprios pilotos. O espanhol conciliou manobras complexas à elevada qualidade de execução. Caso de seu nine o-clock nac, estendido no limite. O ápice de sua apresentação veio com o backflip superman double seat grab, que o espanhol acrescentou recentemente ao seu repertório, e figurava entre os momentos mais aguardados do evento.
Nate Adams por sua vez superou Torres na final do Best Trick, apostando no seu conhecido 360 nac. Para chegar à decisão ambos deixaram para trás FMXers como Jeremy Twitch Stenberg, Jeff Fehr e Chuck Carothers. Além da combinação vencedora, a disputa pela melhor manobra também rendeu aos fãs o backflip supercan de Dany Torres, e os underflips completamente perpendiculares ao sentido da rotação de Fehr. Aliás, fãs que estavam a cargo de escolher quem seria o vencedor da prova.
Dany Torres e Willey Fullmer mostrando por que a equipe Gladiators levou a vitória na disputa entre os times. Crédito: David Blazek
A disputa por equipes seguiu os prognósticos, com o super-time dos Gladiators, formado por Dany Torres, Nate Adams, Jeremy Stenberg e Willey Fullmer, levando a primeira posição. A capacidade técnica da equipe também se mostrou durante o Syncro, a apresentação coreografada que busca o máximo de sincronismo entre os pilotos dentro da pista. Semelhança e tempo acertado durante a execução das manobras marcaram a apresentação dos Gladiators.
Descontração é uma das premissas do Gladiator Games, tanto para quem assiste quanto para quem está em ação. Apesar do ambiente descontraído, quando os melhores estão na pista é impossível deixar o espírito competitivo totalmente de lado. Sorte do público que acompanhou a décima primeira edição do evento, que pôde ver o que existe de mais sofisticado em termos de manobras inseridas num formato diferente das competições.
o2 Arena completamente tomada pelos fãs que acompanhavam a décima primeira edição do Gladiator Games. Crédito: David Blazek
Velocross Motocross

Ítalo Peñarruia vence a 3ª etapa do circuito amador de skate vertical, durante a Virada Esportiva
Crédito da imagem: Anderson Tuca
Neste sábado acontece a Virada Esportiva em São Paulo. São 24 horas de eventos esportivos espalhados por toda a cidade, e claro, que o skate não poderia ficar de fora. No vale do Anhangabau, skatistas amadores participaram da 3ª etapa do circuito brasileiro de skate vertical amador de 2010.
A 1ª etapa foi realizada no Vert in Roça, em Guaratingueta, e a 2ª em Santo André, na Urgh Vert House. Mas a competição no Anhangabau foi a que contou com o maior público. Os visitantes também curtiram outros eventos que rolaram simultaneamente, como a prática de tiroleza, snowboard e alguns shows.
A final do campeonato aconteceu no formato de jan session. Raul Roger acabou em terceiro lugar, mas ainda lidera o ranking. O segundo colocado foi Murilo Perez, de apenas 14 anos.

Pódio
Foto: Anderson Tuca
E o grande campeão foi Ítalo Penarrubia, que andou muito na finalpara venceu por uma diferença muito pequena. Com a vitória, ele assume a segunda posição do ranking brasileiro. Nos X Games de 2010 Ítalo também levou a melhor, trazendo o ouro para o Brasil no vert amador.
A matéria completa do evento você confere na terça-feira no Planeta EXPN ! Fique ligado!
Resultado da 3ª etapa do Circuito de Skate Vertical Amador
1 Ítalo Penarrubia - Santo André
2 Murilo Perez "Murilinho" - São Paulo
3 Raul Roger - São Paulo
4 Leonardo Ruiz - Santo André
5 Diego da Silva Bigode"
6 Murilo dos Santos - São Bernardo do Campo
7 Carlos Niggli Carlinhos" - São Paulo
8 Mateus Marin Vidal "Chapolim" - São Bernardo do Campo
9 Caio Perez - São Paulo
10 Renata Paschini "Renatinha" - São Bernardo do Campo
Pessoal do campeonato amador junto com os profissionais Edgar Vovô, Ronald, Dan César e Eduardo Braz. Crédito da imagem: Anderson Tuca
Murilo Perez, com apenas 14 anos, quebrando tudo.
Crédito da imagem: Anderson Tuca
Diego Bigode mandando um Backside flip Indy Air.
Crédito da imagem: Anderson Tuca
Ítalo Peñarrubia vence 3ª etapa do vertical amador, na Virada Esportiva
skate

Ítalo Peñarruia vence a 3ª etapa do circuito amador de skate vertical, durante a Virada Esportiva
Crédito da imagem: Anderson Tuca
Crédito da imagem: Anderson Tuca
Neste sábado acontece a Virada Esportiva em São Paulo. São 24 horas de eventos esportivos espalhados por toda a cidade, e claro, que o skate não poderia ficar de fora. No vale do Anhangabau, skatistas amadores participaram da 3ª etapa do circuito brasileiro de skate vertical amador de 2010.
A 1ª etapa foi realizada no Vert in Roça, em Guaratingueta, e a 2ª em Santo André, na Urgh Vert House. Mas a competição no Anhangabau foi a que contou com o maior público. Os visitantes também curtiram outros eventos que rolaram simultaneamente, como a prática de tiroleza, snowboard e alguns shows.
A final do campeonato aconteceu no formato de jan session. Raul Roger acabou em terceiro lugar, mas ainda lidera o ranking. O segundo colocado foi Murilo Perez, de apenas 14 anos.

Pódio
Foto: Anderson Tuca
A matéria completa do evento você confere na terça-feira no Planeta EXPN ! Fique ligado!
Resultado da 3ª etapa do Circuito de Skate Vertical Amador
1 Ítalo Penarrubia - Santo André
2 Murilo Perez "Murilinho" - São Paulo
3 Raul Roger - São Paulo
4 Leonardo Ruiz - Santo André
5 Diego da Silva Bigode"
6 Murilo dos Santos - São Bernardo do Campo
7 Carlos Niggli Carlinhos" - São Paulo
8 Mateus Marin Vidal "Chapolim" - São Bernardo do Campo
9 Caio Perez - São Paulo
10 Renata Paschini "Renatinha" - São Bernardo do Campo

Pessoal do campeonato amador junto com os profissionais Edgar Vovô, Ronald, Dan César e Eduardo Braz. Crédito da imagem: Anderson Tuca

Murilo Perez, com apenas 14 anos, quebrando tudo.
Crédito da imagem: Anderson Tuca
Crédito da imagem: Anderson Tuca
Diego Bigode mandando um Backside flip Indy Air.Crédito da imagem: Anderson Tuca
Barcelona, na Espanha, é uma cidade unanime quando se trata de lugar dos sonhos para se andar de skate. Grande concentração de picos perfeitos que parecem serem construídos especialmente para uma session, chão liso e planícies intermináveis.
Há alguns anos, muitos skatistas brasileiros vivem em função de viajar para passar uma temporada andando de skate por lá, sejam amadores ou profissionais. Principalmente no verão europeu.
Os skatistas se individam, usam o limite do cartão de crédito, mas a viagem é compensadora. Todo o sacrifício para saldar as dívidas em Euro é convertido em momentos de prazer e satisfação em acertar manobras ou apenas fluir sem rumo pelas “las ramblas”.
Para aliviar o orçamento da viagem, oito skatistas profissionais que já planejavam passar a temporada 2011 em Barcelona, disputaram no último domingo um Best Trick promovido pela Snoway, onde o prêmio oferecido para quem acertasse a melhor manobra seria uma passagem. Uma economia considerável, que pode extender a estadia ou proporcionar mais luxo.
A competição aconteceu dentro do cronograma da última etapa do Circuito Paulista de Skate Amador, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Numa sessão de 15 minutos, os skatistas Stanley Inácio, Carlos “Yellow”, Tulio Oliveira, Renato “Ratinho” Lopes, Caleb Rodrigues, Rodrigo “Maizena”, Diego Fiorese e Jackson Kleber fizeram uma jam session no obstáculo “double set”. Uma réplica de escadaria com dois lances e corrimão.
Apesar dos skatistas tentarem manobras bastante técnicas, o chão liso da quadra do SESC Ribeirão Preto, atrapalhou nas conclusões das manobras. Mesmo com aterrisagens perfeitas o skate escorregava. Maizena chegou a concluir um backside ollie flip 360, mas seu skate não seguiu andando. E quem se deu melhor foi Tulio Oliveira, que acertou um flip bigspin frontside boardslide. Apesar de ter ganho a passagem, ele já tinha uma viagem marcada para Barcelona esse mês com Paul Rodriguez, numa turnê do seu patrocinador, a Mountain Dew.
Após o término do tempo, Maizena concluiu o backside ollie flip 360 e Diego Fiorese um nollie heelflip frontside noseslide. O importante é não atrasar a fatura do cartão.
Stanley Inacio, Rodrigo Maizena e Jackson Kleber
Foto: Sidney Arakaki
Carlos Yellow, backside lipslide
Foto: Sidney Arakaki
Caleb Rodriguez acertou o switch bigspin, mas quebrou o shape
Foto: Sidney Arakaki
Diego Fiorese, frontside bigspin boardslide
Foto: Sidney Arakaki
Uma passagem para Barcelona alivia no orçamento
skate
Há alguns anos, muitos skatistas brasileiros vivem em função de viajar para passar uma temporada andando de skate por lá, sejam amadores ou profissionais. Principalmente no verão europeu.
Os skatistas se individam, usam o limite do cartão de crédito, mas a viagem é compensadora. Todo o sacrifício para saldar as dívidas em Euro é convertido em momentos de prazer e satisfação em acertar manobras ou apenas fluir sem rumo pelas “las ramblas”.
Para aliviar o orçamento da viagem, oito skatistas profissionais que já planejavam passar a temporada 2011 em Barcelona, disputaram no último domingo um Best Trick promovido pela Snoway, onde o prêmio oferecido para quem acertasse a melhor manobra seria uma passagem. Uma economia considerável, que pode extender a estadia ou proporcionar mais luxo.
A competição aconteceu dentro do cronograma da última etapa do Circuito Paulista de Skate Amador, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Numa sessão de 15 minutos, os skatistas Stanley Inácio, Carlos “Yellow”, Tulio Oliveira, Renato “Ratinho” Lopes, Caleb Rodrigues, Rodrigo “Maizena”, Diego Fiorese e Jackson Kleber fizeram uma jam session no obstáculo “double set”. Uma réplica de escadaria com dois lances e corrimão.
Apesar dos skatistas tentarem manobras bastante técnicas, o chão liso da quadra do SESC Ribeirão Preto, atrapalhou nas conclusões das manobras. Mesmo com aterrisagens perfeitas o skate escorregava. Maizena chegou a concluir um backside ollie flip 360, mas seu skate não seguiu andando. E quem se deu melhor foi Tulio Oliveira, que acertou um flip bigspin frontside boardslide. Apesar de ter ganho a passagem, ele já tinha uma viagem marcada para Barcelona esse mês com Paul Rodriguez, numa turnê do seu patrocinador, a Mountain Dew.
Após o término do tempo, Maizena concluiu o backside ollie flip 360 e Diego Fiorese um nollie heelflip frontside noseslide. O importante é não atrasar a fatura do cartão.
Stanley Inacio, Rodrigo Maizena e Jackson Kleber
Foto: Sidney Arakaki
Foto: Sidney Arakaki
Carlos Yellow, backside lipslide
Foto: Sidney Arakaki
Foto: Sidney Arakaki
Caleb Rodriguez acertou o switch bigspin, mas quebrou o shape
Foto: Sidney Arakaki
Foto: Sidney Arakaki
Diego Fiorese, frontside bigspin boardslide
Foto: Sidney Arakaki
Foto: Sidney Arakaki
A história do filme Vida Sobre Rodas caminhou ao lado da história recente do skate brasileiro. Foram seis anos de pesquisas, edições e gravações até o esperado lançamento oficial do filme.
Na próxima semana, o documentário que relata os últimos 30 anos da história do skate no Brasil chega em circuito comercial nos principais cinemas brasileiros. Pode-se dizer sem excessos que o filme é o documento audiovisual mais importante da história do skate brasileiro.
Mas o filme vai além de somente relatar fatos históricos de um esporte, Vida Sobre Rodas tem personalidade, é divertido, sem deixar de ser preciso.
Pelas vidas de Lincoln Ueda, Cristiano Mateus, Sandro Dias e Bob Burnquist, a história do skate é contada.
Episódios como a proibição do skate nas ruas de São Paulo e as conquistas dos skatistas brasileiros ao redor do mundo, ajudam a mostrar como o skate é rico de detalhes.
Vida Sobre Rodas mostra porque o skate é um estilo de vida.
Skatistas folclóricos como Thronn Passos Jr e Glauco Campom tem um papel diferenciado no filme. As duas “lendas” mesmo sem títulos mundiais e estantes cheias de troféus ajudam a mostrar qual é a personalidade do skate.

Bob, Sandro, Lincoln e Cris Mateus em uma das primeiras fotos de divulgaçnao do filme
Crédito da imagem: Vida Sobre Rodas/Divulgação
A ULTRA Skatepark é um dos lugares
históricos para o skate mostrados
no filme
Foto: Vida Sobre Rodas/Divulgação
Auto bibliografia
Daniel Baccaro fez de Vida Sobre Rodas uma bibliografia do skate brasileiro. O diretor do filme que deu seus aéreos no extinto half da Ultra, compartilhou emoções que marcaram uma geração de jovens que bebeu da cultura do skate.
Os detalhes são como uma viagem no tempo para os skatistas mais experientes. Na saída do filme Eduardo Tassara do blog Skate Curiosidade falava sem parar: “ Eu vivi tudo isso. Eu vivi tudo isso que está no filme” . O músico e produtor de vídeos Carlinhos Zodi mostrava surpresa. “Meu ídolos aparentavam ser tão grandes, mas eles eram tão crianças como nós”.
Outros skatistas enxugavam os olhos cheios de lágrimas, sem dúvidas Vida Sobre Rodas mudará a maneira como nós conhecemos o passado do skate no Brasil.
Vida Sobre Rodas, dia 26 de Novembro nos cinemas de todo o Brasil
Para acompanhar o lançamento de Vida Sobre Rodas o ESPN.com.br convidou os blogueiros Sidney Arakaki (Skate), Otávio Neto (Skate) e Edinho Leite (Surf) para assistirem ao filme e escreverem suas opiniões sobre a obra:

Essa noite de 22 de novembro foi uma das mais importantes do skate brasileiro. Talvez, até mundial. Foi a noite onde, finalmente, rolou a pré-estreia do filme “Vida Sobre Rodas”

--Sidney ArakakiLeia texto completo de Sidney Arakaki - Pré-estreia do filme Vida Sobre Rodas emociona skatistas

O documentário sobre a vida de 4 dos maiores skatistas brasileiros é emocionante, sincero e divertido. Quase antropológico. Imperdível, goste você de skate ou não.

--Edinho LeiteLeia texto completo de Edinho Leite - 'Vida sobre Rodas' para quem vive sobre quilhas

O filme conta mais um pedaço da historia do skate no Brasil com uma riqueza de detalhes na trama que em muitos momentos a emoção toma conta do coração.

--Otavio NetoLeia texto completo de Otavio Neto - Vida Sobre Rodas, o filme

Bob andando no quintal da sua casa para gravações do filme
Crédito da imagem: Vida Sobre Rodas/Divulgação
Cristiano Mateus na extinta nova Ultra Skatepark
Crédito da imagem: Vida Sobre Rodas/Divulgação
Bob, flipando sem as mãos na extinta Prestige Skatepark
Crédito da imagem: Vida Sobre Rodas/Divulgação
Cartaz do Filme
Vida Sobre Rodas - A história do skate brasileiro nos cinemas
skate
Na próxima semana, o documentário que relata os últimos 30 anos da história do skate no Brasil chega em circuito comercial nos principais cinemas brasileiros. Pode-se dizer sem excessos que o filme é o documento audiovisual mais importante da história do skate brasileiro.
Mas o filme vai além de somente relatar fatos históricos de um esporte, Vida Sobre Rodas tem personalidade, é divertido, sem deixar de ser preciso.
Pelas vidas de Lincoln Ueda, Cristiano Mateus, Sandro Dias e Bob Burnquist, a história do skate é contada.
Episódios como a proibição do skate nas ruas de São Paulo e as conquistas dos skatistas brasileiros ao redor do mundo, ajudam a mostrar como o skate é rico de detalhes.
Vida Sobre Rodas mostra porque o skate é um estilo de vida.
Skatistas folclóricos como Thronn Passos Jr e Glauco Campom tem um papel diferenciado no filme. As duas “lendas” mesmo sem títulos mundiais e estantes cheias de troféus ajudam a mostrar qual é a personalidade do skate.

Bob, Sandro, Lincoln e Cris Mateus em uma das primeiras fotos de divulgaçnao do filme
Crédito da imagem: Vida Sobre Rodas/Divulgação
Crédito da imagem: Vida Sobre Rodas/Divulgação
A ULTRA Skatepark é um dos lugares
históricos para o skate mostrados
no filme
Foto: Vida Sobre Rodas/Divulgação
históricos para o skate mostrados
no filme
Foto: Vida Sobre Rodas/Divulgação
Auto bibliografia
Daniel Baccaro fez de Vida Sobre Rodas uma bibliografia do skate brasileiro. O diretor do filme que deu seus aéreos no extinto half da Ultra, compartilhou emoções que marcaram uma geração de jovens que bebeu da cultura do skate.
Os detalhes são como uma viagem no tempo para os skatistas mais experientes. Na saída do filme Eduardo Tassara do blog Skate Curiosidade falava sem parar: “ Eu vivi tudo isso. Eu vivi tudo isso que está no filme” . O músico e produtor de vídeos Carlinhos Zodi mostrava surpresa. “Meu ídolos aparentavam ser tão grandes, mas eles eram tão crianças como nós”.
Outros skatistas enxugavam os olhos cheios de lágrimas, sem dúvidas Vida Sobre Rodas mudará a maneira como nós conhecemos o passado do skate no Brasil.
Vida Sobre Rodas, dia 26 de Novembro nos cinemas de todo o Brasil
Para acompanhar o lançamento de Vida Sobre Rodas o ESPN.com.br convidou os blogueiros Sidney Arakaki (Skate), Otávio Neto (Skate) e Edinho Leite (Surf) para assistirem ao filme e escreverem suas opiniões sobre a obra:
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Essa noite de 22 de novembro foi uma das mais importantes do skate brasileiro. Talvez, até mundial. Foi a noite onde, finalmente, rolou a pré-estreia do filme “Vida Sobre Rodas” | ||
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O documentário sobre a vida de 4 dos maiores skatistas brasileiros é emocionante, sincero e divertido. Quase antropológico. Imperdível, goste você de skate ou não. | ||
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O filme conta mais um pedaço da historia do skate no Brasil com uma riqueza de detalhes na trama que em muitos momentos a emoção toma conta do coração. | ||
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Bob andando no quintal da sua casa para gravações do filme
Crédito da imagem: Vida Sobre Rodas/Divulgação
Crédito da imagem: Vida Sobre Rodas/Divulgação

Cristiano Mateus na extinta nova Ultra Skatepark
Crédito da imagem: Vida Sobre Rodas/Divulgação
Crédito da imagem: Vida Sobre Rodas/Divulgação
Bob, flipando sem as mãos na extinta Prestige SkateparkCrédito da imagem: Vida Sobre Rodas/Divulgação

Cartaz do Filme

